Maratona de Buenos Aires 2010

   No último dia 10/10/2010 nossos atletas Cris Turri, Cléber Zamboni e Marcelo Félix estiveram na Argentina para mais uma edição da, cada vez mais prestigiada pelos brasileiros, Maratona de Buenos Aires.

   Apesar do forte calor, o que para nossos cuiabanos foi refresco, todos tiveram uma ótima performance, com destaque para Marcelo que melhorou seu recorde pessoal em 18 minutos!

Parabéns aos 3!!! Pela dedicação e disciplina durante os treinos!!!

Resultados:
Marcelo Félix - 3h18'49"
Cris Turri - 4h11'29"
Cléber Zamboni - 4h27'48"

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Porquê???

   Porque as pessoas são tão preocupadas em o quê comer, o quê beber, qual tênis usar mas não se preocupam em COMO correr?

   Esta lista de 'preocupações' poderia ser facilmente aumentada e, com certeza, o item COMO CORRER não estaria nela.

   Imagine-se iniciando uma atividade nova, a qual nunca tenha praticado, ou apenas por diversão, quando criança. Por exemplo, balé ou golfe.
Ninguém iria lhe orientar primeiro pela cor da roupa que deve vestir ou por quanto de água deve beber antes da aula e esquecer de ensinar como fazer os movimentos mais básicos do balé, ainda na barra de apoio, ou de como posicionar as mãos ao segurar o taco no golfe.

   Então, porquê na corrida deveria ser diferente?
   Desde pequeno ouvimos que correr é algo natural, que todos sabem correr, ou então, que cada um tem seu próprio 'jeito' ou estilo de correr. Será?
   Talvez seja por isso que a corrida é famosa pelo número de lesões que causa... pois cada um corre como quer! Ou é orientado a correr como quer.

   Será que não existe uma maneira correta para se APRENDER a correr?
   Alguma coisa que possa mudar, que minimize o impacto, e torne nossa corrida mais leve, fluída e harmoniosa?

   Poderíamos levantar a questão de que o quão rápido, o quão longe ou o tempo X na prova Y sejam coisas mais palpáveis, mais concretas, mensuráveis, enquanto a técnica não seja uma coisa visível ou seja menos tangível. O que é normal. Tendemos a dar prioridade a coisas que podemos ver e medir, mas na corrida ou na prática de uma atividade são itens secundários.

   Técnica, talvez por requerer atenção, entendimento e paciência do corredor seja relevada a este plano secundário e tem menor apelo visual e emocional do que a velocidade que estou correndo, quanto foi meu treino mais longo ou o que comi durante o último treino.

   Será que não está na hora de mudarmos esta ordem?

*Adaptado de Nicolas Romanov, PhD.

   As imagens abaixo são lindas, mas a técnica…

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